segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Alessandra e Júlia



Amigos de sempre e para sempre!

Alessandra. É filha admirada e admirável. É mãe dedicada e carinhosa. É uma mulher jovem, bonita e inteligente.  Mais do que isso é um ser de virtudes.  Virtudes que se insinuam ora na filha, ora na mãe, ora na esposa e ora na amiga dos seus amigos. Toda a hora. E se concretizam, momento a momento, em gestos suaves e prestativos, se revelam em generosidade aos que se socorrem de suas atenções e amizade.  Estende-lhes as mãos pequenas e macias, atende-os com o olhar brilhante e atento, responde a todos com a palavra mais doce e precisa. Papo reto. Ajuda se pode, quando pode e sempre que pode. E sempre vai mais além com a grandeza do seu interior. Sente compaixão sem humilhar.  Sorri o riso do desagravo, sem magoar . O sorriso da concórdia. Reza a reza da gratidão a Deus pela vida; e reza  também a reza da esperança de dias melhores para todos os que a rodeiam e também por aqueles que sua bondosa alma alcança. E ela tem a alma do tamanho do mundo.

Desde sempre conjuga com coração o verbo bem-querer à família que lhe deu vivência e a que ela constróe, com seu marido Felipe e a preciosa Júlia que todos amamos tanto quanto a amamos. Sempre distribuindo afetos e lealdade.  Por isso cada dia, o Senhor de todas as coisas iluminará sempre seu caminho, abençoando suas ações, guardando e protegendo sua vida, sua saúde e sua família. Com nosso amor , nosso beijo e nosso desejo de felicidade por mais este dia, especialmente. Saúde, paz e felicidades que desejamos sempre para toda a sua vida, para a vida toda. Parabéns!

Publicado no FACEbook em 2016, no dia do seu aniversário:22 de janeiro.

terça-feira, 19 de julho de 2016

segunda-feira, 3 de março de 2014

ALô, GOSTOSURA!!!

Olha que baianinha mais linda, mais cheia de graça! Júlia Marques Amorim faz sua estreia no Carnaval. Foi no 'baile' da escolinha.

sexta-feira, 29 de março de 2013

domingo, 6 de novembro de 2011

JúLIA MARQUES AMORIM






10 de outubro, 21h21m, 47cm, 3k045g e alguma inquietação
Mamãe e papai embarcando no segundo tempo de uma viagem
Que começou há 42 luas e recomeça num choro bem vindo
que se mistura com todos os choros de emoção -
E aguenta coração!

A vida é sempre assim...
Interminavelmente infinita, presa por elos de paixão
que vão se multiplicando - porque a vida não pode parar...
A redoma em que mamãe a protegia abrindo passagem
É Júlia a caminho inaugurando um novo tempo
Na sua vida, na vida de cada um,
na vida de todos nós...

Chegou do jeito que todos os bebês espertos sempre chegam
De olhos atentos, abertos,negros e bonitos...
Imagino, querendo descobrir o mundo aqui fora
Calada, de susto?!, que o médico provocou a bela
Com uma cosquinha no pezinho miúdo...
E ela se anunciou num só solto e longo choro: cheguei!!!!

O primeiro aconchego da mamãe e do papai,
do lado de cá da vida,
logo após os primeiros cuidados
No tornozelo e no pulso, pulseiras de identificação
O pezinho carimbando a ficha de nascimento,
Mãozinha não...
A delicadeza e a fragilidade mostrando força
Não abro! E pronto...
Insistir, quem há de?

O banho e depois enfrentar o mundo...
A algazarra no berçário, um mundo aos seus pés,
a vida lhe dizendo boas-vindas
Emoção de cada um
Avós, padrinhos, parentes, amigos...
Todos dando boas-vindas com sorrisos, lágrimas e admiração...
E lá do Céu,
Os anjos fazendo uma sinfonia,
Os santos orando uníssonos
E Deus, certamente, a quem nosso pedido é totalmente dispensável
Abençoando a nossa princesinha
de vovô e vovó de primeira viagem...
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terça-feira, 27 de setembro de 2011

A FELIZ IDADE

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Completei este mês, 65 anos de idade. Agora, alcancei a maioridade, o quê me dá o direito de viajar nos transportes urbanos do Rio de Janeiro, sem pagar passagem. Tenho e me sinto com 65 anos. Repasso tudo que vivi, olho tudo que passei e concluo que poucas, muito poucas pessoas, foram tão felizes até aqui.

Minha felicidade é um legado enriquecido pela família que me formou e pela família que eu formei. Com AQUELA aprendi a percorrer a vida com humildade, simplicidade, honestidade, virtudes que fazem eu me sentir digno. Certamente, porque sou digno, e quando a isto, não há lugar para modéstia. Esse é minha afirmação como homem, minha condição como pai de família e minha posição como cidadão na sociedade em que vivo. Com ESTA, continuo enriquecendo minha vida e, a cada dia, me sentindo mais feliz.

Nestes últimos dias, as comemorações repicaram aqui e ali. Meus filhos, Alessandra e Thiago, com seus respectivos marido e mulher, Luiz Felipe e Patricia, me levaram para o tradicional almoço (que se repete há anos, embora, sem os mesmos parceiros, até porque Alessandra é casada há apenas dois anos, e, Thiago, apenas a um). Mas esse encontro teve um saborzinho diferente e gostoso, que é a proximidade do nascimento da minha primeira neta, Júlia, previsto para o limiar do mês que vem.

Nesta segunda-feira, minha mãe e minha irmã, Cléa Eunice, me convocaram para um almoço caseiro, com direito a bolo de chocolate, coberto com 'merengue fresco' como eu comia na minha infância - época que essas coberturas sofisticadas não masticáveis não existiam - velinha e "parabéns", com a presença das minhas sobrinhas-netas.

As ligações se sucediam. O carinho de queridos familiares e amigos deu o tom do dia. Isso é também compõe o delicioso legado que eu chamo 'felicidade'. E o mais delicioso disso tudo, é que esses gestos vêm se repetindo ao longo desses 65 anos, independente de datas tradicionais (aniversário, dia dos Pais, Natal etc.), pelos familiares e amigos com mesma generosidade e carinho.

Diante das notícias de fatos que infestam o mundo, resultando em vítimas inocentes e que entristecem nosso coração (como o fato que feriu minha família), Deus nos permite momentos de felicidade.

Do alto dos meus 65 anos de idade, agradeço a Deus, o privilégio de entrar no clube da feliz idade. E que me permita desfrutar, com saúde, paz e sorte, essa nova etapa o tempo suficiente para aprender o que não aprendi e ensinar o que não ensinei.

Obrigado, Senhor!